5 de dezembro de 2011

Museu da Ciência de Londres mostra história dos robôs

Com alguns exemplares de robôs de última geração, recém-saídos dos laboratórios, uma exposição no Museu da Ciência de Londres, neste fim de semana, pretende explorar a história dos robôs através da cultura.
A exposição Robotville EU analisa como as ideias de robôs se desenvolveram pela literatura e como isso influenciou o pensamento científico de hoje.
A mostra conta com mais de 20 robôs desenvolvidos em vários países da Europa. Muitos deles serão exibidos ao público pela primeira vez.
O público da exposição também poderá ter contato com os cientistas responsáveis pelos robôs, que estarão disponíveis para responder perguntas sobre suas criações.
A diretora do Museu de Ciências de Londres, Heather Mayfield, disse que novas tecnologias estão tornando os movimentos dos robôs mais precisos, o que amplia as suas possibilidades.
Um dos robôs reconhece e reage a expressões humanas. Outro consegue identificar todas as peças em uma casa.
Os engenheiros dizem que ainda vai levar no mínimo uma década para que estes robôs sejam comercialmente viáveis, apesar dos grandes avanços nas suas capacidades de expressão e inteligência.

Fonte:http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/12/111203_robos_exposicao_fn.shtml

9 de novembro de 2011

Londres tem maior mostra de obras de Leonardo Da Vinci

National Gallery levou cinco anos para reunir as obras e montar a exposição que dá ao visitante uma oportunidade única.
Formatos alternativos
Numa oportunidade única de se ver o maior número de obras de Leonardo Da Vinci, a National Gallery reúne em uma só exibição, 60 obras-primas do mestre, entre pinturas e desenhos.
Deixando de lado os conhecidos talentos de Da Vinci como inventor genial e cientista meticuloso, a exposição se concentra em um período específico: quando o artista trabalhava como pintor na corte de Milão.
Como funcionário assalariado do Duque Ludovico Sforza, Da Vinci se livrou das pressões financeiras e produziu algumas das obras mais elogiadas de sua carreira.
A Virgem das Rochas, de Leonardo da Vinci.
É a primeira vez que as duas versões da Virgem das Rochas são colocadas lado a lado, graças a um empréstimo do Louvre.
O curador da exposição, Luke Syson, explicou à BBC que levou cinco anos para convencer os diversos proprietários a cederem as obras para que a mostra fosse possível.
"Os quadros estavam espalhados por mais de 20 cidades em 10 diferentes países, desde a Rússia aos Estados Unidos, passando pelo Vaticano", disse Syson.
Raridades
Apesar de eleger os dois exemplares da Virgem das Rochas como o ponto alto da exposição, Syson ressalta também a bela pintura da amante do duque Sforza, Cecilia Gallerani.
O quadro é cheio de simbologia e já foi considerada o primeiro retrato verdadeiramente moderno. O arminho do quadro pode representar o amante poderoso, mas também seria símbolo de pureza e honra.
O mural A Última Ceia também foi pintado nesta época e está representado por uma cópia feita por um dos discípulos de Da Vinci.
A exposição chegou a ser ameaçada por um episódio de vandalismo no museu, em julho. O incidente deixou os donos das preciosas pinturas de Da Vinci preocupados com a segurança. Mas, com muita diplomacia, os temores foram superados, e a organização da exposição seguiu em frente.
A expectativa é de que esta seja uma das exibições de arte mais populares da história. Os bilhetes são vendidos com hora marcada e o museu recomenda que a compra seja feita com antecedência.
A exibição fica em cartaz por três meses, até o dia 5 de fevereiro, já que os outros museus e galerias querem suas obras primas de volta.


1 de novembro de 2011

Londres é eleita melhor cidade para visitar em 2012

A editora de guias de viagem Lonely Planet acaba de classificar Londres como a melhor cidade para se visitar em 2012.
Palco dos Jogos Olímpicos no próximo ano, a cidade aparece em primeiro lugar na lista de melhores destinos de 2012 feita pelos autores dos guias Lonely Planet. Mascate, capital do Omã, aparece em segundo lugar, e Bangalore, na Índia, aparece em terceiro.
"Londres estará sob os holofotes no próximo ano, quando hospedará as Olimpíadas, mas há várias outras razões para ser nossa cidade número um em 2012", disse Tom Hall, da Lonely Planet.
"Mesmo sendo tradicionalmente um destino caro para turistas internacionais, agora é uma pechincha para muitos visitantes, incluindo aqueles do Oriente Médio, Austrália e partes da Europa. Acrescente a isso o grande número de atrações gratuitas e é fácil ver porque as pessoas continuam a viajar para lá."
A cidade espanhola de Cádiz e a capital da Suécia, Estocolmo, fecharam a lista de cinco melhores cidades eleitas pela Lonely Planet.
Em seguida, vieram, respectivamente, Guimarães, em Portugal, Santiago, no Chile, Hong Kong, Orlando, nos Estados Unidos, e Darwin, na Austrália.
Os guias Frommer's, dos Estados Unidos, também elegeram Londres como um dos melhores destinos de 2012, junto com lugares como Beirute, no Líbano, e a península de Yucatán, no México.





9 de junho de 2011

Londres apresenta a tocha olímpica dos jogos de 2012



A tocha é uma das mais leves feitas até hoje
O modelo da tocha olímpica da Olimpíada de 2012 em Londres foi apresentado nesta quarta-feira na capital britânica.
A tocha de 80 cm tem formato de cone e oito mil furos, um para cada pessoa que conduzirá a peça durante os 70 dias em que ela viajará pela Grã-Bretanha.
Os furos ajudam a tornar o modelo mais leve - um dos objetivos dos criadores, já que ela deve ser conduzida por muitos adolescentes. Com 800 gramas, esta é uma das tochas olímpicas mais leves já feitas.
Um pequeno cilindro de gás propano no interior do objeto será usado para manter a tocha acesa. A peça será agora testada em uma instalação da BMW em Munique para avaliar sua resistência ao vento, chuva e baixas temperaturas.
A peça foi criada pelos designers Edward Barber e Jay Osgerby da empresa Premier Sheet Metal, com sede na cidade inglesa de Coventry.
Diferentemente do que ocorreu em outras edições dos Jogos, a tocha não rodará o mundo. Ela será acesa na Grécia e transportada para solo britânico.
Os organizadores da Olimpíada já iniciaram o processo de escolha das pessoas que irão carregar a tocha. Cada um o fará por uma média de 300 metros.
A jornada na Grã-Bretanha começará em Land’s End, na região da Cornualha (sudoeste da Inglaterra), no dia 19 de maio e percorrerá cerca de 12,8 mil km pelo país até chegar ao Estádio Olímpico de Londres em 27 de julho de 2012 para a cerimônia de abertura.

8 de junho de 2011

ARTE BRASILEIRA É DESTAQUE DE FEIRA EM LONDRES


A arte brasileira e latino-americana ganha nova visibilidade em Londres com a segunda edição da feira de arte moderna e contemporânea Latino-Americana PINTA, uma vitrine para mais de 100 artistas consagrados e emergentes de um continente que se destaca e pisa cada vez mais forte na Europa.

Cerca de 60 galerias dos dois lados do Atlântico participam até quinta-feira do evento no centro de convenções Earl's Court, que a cada dois anos acontece entre a Bienal de Veneza e a Art Basel na Suíça.

"PINTA serve para muitos artistas como plataforma para poder entrar nessas feiras mais globais", explica o presidente da feira, Alejandro Zaia.

A PINTA Londres, que por enquanto atrai mais instituições e colecionadores privados do que o público geral, abrange seis décadas de arte latino-americana com pinturas, esculturas, instalações, fotografias e vídeos, mas com uma forte influência do movimento conceitual dos anos 70 e 80.

Quatro exposições individuais prestam homenagens a alguns importantes artistas como os brasileiros Regina Silveira e Waltercio Caldas, além do mexicano radicado no Brasil Felipe Ehrenberg e do argentino Eduardo Costa.

Para o autodidata Ehrenberg, que este mês completa 68 anos, a PINTA é a primeira feira depois de ter iniciado uma nova fase em sua vida com "Manchúria, visão periférica", una retrospectiva de 50 anos de trabalho apresentada com êxito no México, Estados Unidos e Brasil a partir de 2007.

"Desde então tenho uma galeria brasileira e agora está me levando de um lugar para outro", explica à AFP, visivelmente satisfeito de voltar à cidade onde viveu durante seis anos a partir de 1968, antes de descobrir sua 'vocação latino-americanista' que o levou de volta às raízes.

Sua galeria Baró, em São Paulo, guarda obras desde os anos 70 até hoje e explora alguns dos seus temas prediletos como a manipulação da informação, a ocupação do espaço, entre outros.

A responsável do stand, Marta Ramos, destaca que para sua galeria o principal da PINTA é que "tem um programa institucional muito bom".

A feira criou, desde que foi criada em 2007 em Nova York, o programa de aquisições para museus, no qual este ano participam a Tate Modern de Londres, o Centro Pompidou de Paris, a Coleção de Arte Latino-Americana da Universidade de Essex e o Museu de Arte Contemporânea de Castilla e León.

O programa consiste em disponibilizar fundos destas instituições para que sejam multiplicados e totalmente investidos na ampliação das coleções na feira, que segundo os organizadores "encoraja as galerias a levarem o que temos de melhor".

Luciana Brito, de uma galeria de São Paulo, que apresenta a obra "Quimera", um jogo de luzes e sombras da veterana Regina Silveira, 73 anos, decidiu ir à capital britânica porque os colecionadores europeus "estão cada vez mais interessados na arte brasileira e latino-americana".

Para Luis Guillermo Moreno, diretor da LGM Arte Internacional de Bogotá, Londres "é o lugar onde estão os maiores colecionadores do mundo", que devem aproveitar que "a arte latino-americana está ganhando força em leilões e feiras" atualmente.

A LGM levou à PINTA dois retratos do consagrado Santiago Botero, que acaba de quebrar recordes num leilão em Nova York, e obras de artistas mais novos como Alfonso Álvarez e Gustavo Vélez.

Outras poderosas propostas são 11 projetos de artistas emergentes especialmente selecionados, entre os quais se destacam "paisagens urbanas" do guatemalteco Darío Escobar, feita com bastões de beisebol, e "Prosopopeia" da brasileira Rivane Neuenschwandertschander, uma peça de arte conceitual interativa que recria jogos de palavras a partir de materiais orgânicos como laranjas desidratadas e ovos.

Os preços das obras variam entre 5 mil e 50 mil dólares para os emergentes, e chegam a "centenas de milhares' de dólares para os artistas consagrados internacionalmente, um preço no entanto acessível para colecionadores.

"Desde que começamos fica cada vez mais difícil para nós mesmos comprarmos a arte de latino-americanos, porque cada vez é mais cara", afirma Diego Costa Peuser, diretor da PINTA, antes de acrescentar: "É um reconhecimento aos nossos artistas".


Fonte aqui

3 de junho de 2011

SORVETE AQUÁTICO

Imagine você passeando de barquinho pelo rio Tâmisa e de repente dá de cara com um carro-anfíbio de sorvete! Pois é o que vem acontecendo numa ação que comemora a semana nacional do sorvete na Inglaterra e vai de 30 de maio a 5 de junho. O "HMS Flake 99" foi encomendado pela Fredericks, fabricante de sorvetes da Cadbury, e é o primeiro veículo anfíbio de sorvete da história. A inusitada embarcação é fruto da imaginação de David Mounfield, um comediante de stand-up de Brighton, que viu sua ideia ser concretizada após vencer uma competição on-line. Após o dia 5 de junho, o "HMS Flake 99" deve navegar por praias britânicas e outros canais afora. "Geladamente legaus"!


Veja mais aqui.